Auditoria de passivos
Diagnóstico do passivo trabalhista atual e potencial — modelos de contratação ativos, contingências judiciais, terceirizações, intermediação. Output em três níveis de severidade com plano de remediação.
Atuação trabalhista organizada em três frentes complementares: consultivo preventivo (modelos de contratação, compliance, NR-1 e saúde mental), gestão de passivos (auditoria, due diligence trabalhista, reestruturações com mitigação) e negociação coletiva e relação sindical. Atuação integrada com societário e contratos quando a matéria atravessa múltiplas dimensões.
Auditoria de passivos trabalhistas, estruturação de modelos de contratação (CLT, PJ legítima, autônomo, intermitente, MEI, cooperativa, terceirização), compliance trabalhista (NR-1 atualizada, política anti-assédio, canal de denúncias, investigações internas), auditoria de modelo PJ após o Tema 725/STF, negociação coletiva e ACT/CCT, e reformas estruturais com impacto trabalhista (cisões, sucessões, terceirização de áreas, mudança de regime, fechamento de planta). Cada matéria conduzida pelo titular, com método estabelecido.
Diagnóstico do passivo trabalhista atual e potencial — modelos de contratação ativos, contingências judiciais, terceirizações, intermediação. Output em três níveis de severidade com plano de remediação.
CLT, PJ legítima, autônomo, intermitente, MEI, cooperativa, terceirização. Decisão sobre qual modelo cabe a cada função — com vetores de subordinação, exclusividade e habitualidade documentados.
Políticas internas (assédio, jornada, home-office, redes sociais), treinamento de lideranças, canal de denúncias e protocolo de investigação interna — alinhados a NR-1 e MP da Saúde Mental no Trabalho.
Auditoria específica de contratos PJ pós Tema 725/STF, mapeamento de risco em três faixas, plano de conversão ou reestruturação quando o cenário não resiste à nova leitura.
Representação patronal em mesa de negociação coletiva (ACT/CCT), análise de cláusulas de convenção setorial, gestão de eventos de paralisação e relação com sindicatos.
Reorganizações com impacto trabalhista — cisão, sucessão, terceirização de áreas inteiras, mudança de regime jurídico, fechamento de planta. Plano executado com prazo e governança definida.
Principais normas e julgados que orientam a atuação da banca nesta área — sem promessa de resultado, com referência completa.
Em conformidade com o Provimento OAB 205/2021: sem nome de parte, sem número de processo, sem garantia de resultado, sem comparação. Apenas o desenho do trabalho.
As dúvidas que recebemos com mais frequência antes da primeira reunião — respondidas sem juridiquês.
O STF reafirmou que terceirização e contratação por pessoa jurídica são lícitas — para qualquer atividade. Mas a decisão não eliminou o art. 3º da CLT: se existirem pessoalidade, habitualidade, onerosidade e subordinação, a relação é de emprego, independentemente do contrato escrito.
Na prática, o ônus probatório se inverteu em diversas câmaras: o trabalhador precisa provar a presença dos requisitos da CLT. Mas em ações individuais, em juízos com tradição protetiva, o cenário permanece sensível. O Tema 725 é estrutura jurídica, não escudo automático.
Três momentos clássicos: antes de M&A (buy-side ou sell-side), em transição de modelo de contratação (especialmente PJ → CLT ou vice-versa), e em reorganizações com impacto operacional (cisão, fechamento de planta, terceirização ampla).
Fora desses gatilhos, recomendamos diagnóstico bienal em empresas com mais de 100 colaboradores ou modelos PJ relevantes — para evitar surpresa em ano de auditoria contábil ou em rodada de captação.
Sim, em caráter estratégico — matérias com tese estruturante, defesas com repercussão em política da empresa, ou litígios de alto valor que demandam coordenação com a frente consultiva.
Contencioso de massa é conduzido por parceiros especializados, com governança de dados e tese unificada — a coordenação técnica permanece com a banca.
A partir de 2025, o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) precisa incluir riscos psicossociais — assédio, sobrecarga, jornadas excessivas, isolamento. Isso significa que ausência de política e de monitoramento já é, em si, descumprimento normativo.
O risco prático maior é o efeito multiplicador em reclamações de dano moral e em CAT (comunicação de acidente de trabalho) por adoecimento mental — com repercussão em rescisões, estabilidade e seguro.
Pela auditoria — não pela política. Mapeamos primeiro o que existe, o que funciona, o que está documentado e o que está implícito. Só então construímos políticas que reflitam a realidade da empresa, e não um manual genérico.
Em três meses entregamos diagnóstico, políticas, treinamento de lideranças e canal de denúncia. Em seis meses, o programa está em regime operacional.
O caminho da primeira conversa até a execução do trabalho — com escopo, prazo e honorários definidos antes de qualquer compromisso.
30–45 min, sem custo. Leitura do quadro de contratação e mapeamento dos três vetores de maior exposição.
Análise documental, identificação de exposições e oportunidades, comparação com casos já conduzidos.
Escopo escrito, ordem de prioridades, marcos de prazo, modelo de honorários e expectativa real de resultado.
Condução pessoal do titular, relatórios periódicos legíveis para áreas não-jurídicas e reavaliação trimestral do escopo.
Trabalhamos por hora, fee mensal ou êxito quando aplicável. Definimos juntos na primeira conversa.
O honorário de êxito remunera trabalho efetivamente realizado e segue os limites do Código de Ética e Disciplina da OAB. Não praticamos tabela publicada nem prometemos resultado.
Conversa direta sobre a estrutura atual da empresa — modelos de contratação, contingências, política interna. Em 15 minutos identificamos as três frentes de maior risco e onde a remediação rende mais.