Contencioso
Empresarial.
Disputa empresarial não se conduz só pela peça. Antes dela vem a leitura da operação — caixa, prova, relação comercial, garantia e custo de oportunidade.
Dois exemplos anonimizados.
Em conformidade com o Provimento OAB 205/2021: sem nome de parte, sem número de processo, sem garantia de resultado, sem comparação. Apenas o desenho do trabalho.
Defesa patronal em tese de modelo de contratação
Seis perguntas objetivas.
As dúvidas que recebemos com mais frequência antes da primeira reunião — respondidas sem juridiquês.
Quando um litígio é estratégico?
Quando a disputa afeta mais do que o valor do pedido: fluxo de caixa, contrato relevante, governança, precedente interno, política trabalhista, reputação ou continuidade operacional.
Vocês fazem contencioso de massa?
Não como estrutura de volume. Atuamos diretamente em disputas que exigem tese, prova e decisão empresarial. Quando há carteira repetitiva, podemos coordenar tese e governança com parceiro especializado.
Atuam em contencioso trabalhista?
Sim, para empregadores, em caráter estratégico: ações com impacto em política interna, tese sensível, valor relevante ou necessidade de coordenação com RH, operação e documentação preventiva.
Como começa a análise de uma disputa?
Começa com cronologia, documentos, matriz de risco, mapa de prova e leitura econômica. A pergunta inicial não é apenas "qual peça cabe", mas qual decisão protege melhor a empresa.
Vocês negociam acordo ou só litigam?
Negociamos quando a negociação protege melhor a empresa. A tese processual, a prova e o custo de oportunidade indicam quando litigar, transacionar ou encerrar exposição. Não há promessa de resultado — há leitura técnica de cenários.
A empresa pode ser citada em outro estado. Vocês atuam fora da sede?
Sim. A disputa empresarial frequentemente envolve processos em comarcas de diferentes unidades da federação e recursos no STJ e no STF. A condução é estruturada e remota, com acompanhamento processual eletrônico e atuação coordenada onde o litígio exigir presença.
Quatro passos, sem surpresas.
O caminho da primeira conversa até a execução do trabalho — com escopo, prazo e governança definidos antes de qualquer compromisso.
Cronologia e documentos
Reconstrução dos fatos, coleta de contratos, e-mails, notificações, provas internas e documentos financeiros relevantes.
Matriz de risco
Leitura de tese, chance processual, custo de prova, impacto no caixa, relação comercial e alternativas de negociação.
Plano de defesa
Definição da peça, da prova, da estratégia de urgência, da negociação paralela e dos responsáveis internos.
Execução e governança
Condução técnica, atualizações objetivas, revisão de rota e integração com diretoria, jurídico interno, financeiro ou RH.
Cada disputa começa com escopo definido, governança clara e cronograma acordados na primeira conversa. A condução fica sob coordenação técnica sênior, com acesso direto a quem responde pela tese.
Toda comunicação de risco é feita em linguagem de exposição e probabilidade. O resultado de qualquer processo depende de prova, juízo e fatos — não há promessa de resultado, apenas leitura técnica de cenários, em conformidade com o Código de Ética e Disciplina da OAB.
Comece pela leitura do risco.
Uma conversa por vídeo para entender o litígio, dimensionar a exposição e indicar caminhos possíveis entre defesa, cobrança, negociação ou prevenção. Compartilhe o cenário em alto nível, sem detalhes confidenciais. Material e orientações de caráter técnico, sem promessa de resultado.