Área 001Consultivo · Transacional

Societário & M&A.

Direito societário para as decisões que mudam o controle, o caixa e o futuro da empresa — entrada de sócio, M&A, holding, reestruturação.

FocoEntrada e saída de sócios, M&A, acordo de sócios, governança, holdings patrimoniais e familiares, SPE/SCP, reestruturação e conflitos societários.
Para quemEmpresas de médio porte que cresceram além da estrutura jurídica que tinham — sócios, CFO e jurídico interno diante de uma decisão societária de alto impacto.

O que fazemos

Seis frentes técnicas.

Uma decisão societária quase nunca chega isolada. Conduzimos as seis frentes abaixo sob uma única coordenação técnica sênior — com leitura integrada de tributário, contratos e risco trabalhista. Antes da peça, a leitura da operação.

001

M&A

Compra e venda de participações, fusões e joint ventures. Estruturação da operação, due diligence integrada, negociação do SPA e de contratos acessórios, condições precedentes, declarações e garantias, ajuste de preço e disputas pós-fechamento. Pelo lado da empresa ou do investidor — nunca dos dois na mesma operação.

002

Acordos de sócios

Drag-along, tag-along, direito de preferência, deadlock, regras de saída, vesting e cláusulas de não-concorrência. Acordo redigido para a empresa que existe, não para a que se gostaria de ter.

003

Holdings patrimoniais

Estruturação ligada à operação do negócio — planejamento sucessório, organização patrimonial dentro dos limites éticos e governança familiar, sempre com leitura tributária integrada. A holding faz sentido por diagnóstico, não por moda.

004

SPE & SCP

Sociedades de propósito específico para projetos, parcerias e joint ventures. Sociedade em conta de participação para operações entre investidor e operador. Estrutura jurídica desenhada com a engenharia financeira.

005

Due diligence societária

Diligência buy-side e sell-side com leitura integrada — societária, tributária, trabalhista, contratual. Relatório executivo legível para diretoria, não apenas para o jurídico.

006

Reestruturação societária

Cisão, incorporação, fusão, transformação e separação de unidades de negócio com perfis de risco distintos. Reorganizações motivadas por sucessão, entrada de investidor, ajuste tributário ou preparação para venda.

Referências legais

O arcabouço aplicável.

Principais normas que orientam a atuação da banca nesta frente — sem promessa de resultado, com referência completa.

CC art. 421
Função social do contrato — Liberdade contratual nos limites da função social — leitura essencial para acordos de sócios e contratos parassociais.
Lei 6.404/76
Lei das S.A. — Regime jurídico das sociedades por ações, deveres dos administradores, acordos de acionistas (art. 118) e oferta pública.
CC arts. 1.052–1.087
Sociedades Limitadas — Disciplina das LTDAs no Código Civil — quórum, deliberações, governança e direitos de minoritários.
CC arts. 991–996
Sociedade em Conta de Participação — Regime da SCP entre sócio ostensivo e sócio participante — base para estruturas entre investidor e operador.
IN DREI 81/2020
Registro empresarial — Regras de registrabilidade de atos societários na Junta Comercial — quórum, cláusulas e arquivamento.
LC 123/2006
Estatuto da Micro e Pequena Empresa — Regime aplicável a sociedades enquadradas, com reflexos em reorganização e enquadramento societário.
EC 132/2023
Reforma tributária — Altera o desenho de holdings e operações intragrupo na transição para IBS/CBS — leitura obrigatória em reestruturações.

Cenários típicos

Situações recorrentes.

Cenários hipotéticos que ilustram situações recorrentes: sem clientes, sem fatos de casos concretos, sem resultados. Apenas o desenho do trabalho, em observância ao Provimento CFOAB nº 205/2021.

CENÁRIO TÍPICO
Societário Infraestrutura

Acordo de sócios em SPE de infraestrutura com controle compartilhado

Situação típicaDois grupos empresariais constituem SPE para projeto de infraestrutura de longa duração, com participações iguais, e precisam definir como decidir, aportar, distribuir e sair antes de assinar.
Questão jurídicaEstruturar governança paritária com mecanismo de deadlock, direitos do minoritário em decisões críticas, regime de aportes, distribuição desproporcional e gatilhos de saída para impasse, descumprimento e oportunidade.
Como atuamosRedação do acordo de sócios, do contrato social da SPE, do contrato operacional entre as partes e do regimento do conselho, em negociação com os jurídicos internos de cada grupo.
CENÁRIO TÍPICO
Societário Família empresária

Holding patrimonial e sucessória de família empresária

Situação típicaUma família empresária com participação relevante em empresa industrial e ativos imobiliários quer organizar patrimônio e sucessão sem interferir na operação e sem gerar desequilíbrio entre os ramos familiares.
Questão jurídicaEscolher a estrutura da holding com leitura tributária integrada (ITCD e IR sobre ganho de capital), definir regras de entrada, saída e proteção das participações e formalizar um pacto de convivência entre as gerações.
Como atuamosDiagnóstico patrimonial, modelagem societária, acordo de sócios da holding com cláusulas de proteção contra dissolução de casamento e redação do protocolo familiar, com plano de integralização dos ativos.
Perguntas frequentes

Cinco perguntas objetivas.

As dúvidas que a banca recebe com mais frequência antes da primeira reunião — respondidas sem juridiquês.

Quando faz sentido ter um acordo de sócios?

Idealmente antes do primeiro desacordo relevante, enquanto os sócios ainda enxergam o negócio da mesma forma. Depois que o conflito se instala, o acordo deixa de ser prevenção e vira instrumento de litígio.

Rodada de investimento, entrada de novo sócio, sucessão familiar e o momento em que a empresa cresce além do contrato social original são quatro janelas clássicas.

Holding familiar é sempre melhor do que a sucessão por inventário?

Não. A holding é eficiente quando há patrimônio relevante, mais de um herdeiro potencial, intenção de manter a operação ou a unidade familiar e horizonte de longo prazo. Para patrimônios menores, o custo de manutenção pode superar o benefício.

É o diagnóstico prévio que define se compensa, não o desejo de constituir uma holding.

Em um M&A de empresa de médio porte, o que costuma travar a operação?

Três pontos recorrentes: passivos trabalhistas não provisionados (especialmente modelos de PJ anteriores ao Tema 725 do STF), contingências tributárias sem reconhecimento contábil adequado e cláusulas de não concorrência mal calibradas com os sócios remanescentes.

Uma due diligence integrada — societário, trabalhista e tributário ao mesmo tempo — encurta a curva.

A banca atua pelo comprador ou pelo vendedor?

Pelos dois — buy-side e sell-side — mas nunca na mesma operação. Eventual conflito de interesse é avaliado previamente, caso a caso, com análise de carteira antes de assumir o mandato.

Em operações cross-border, a equipe atua em inglês na interface com a contraparte internacional e o jurídico da matriz.

Como a banca se integra ao jurídico interno da empresa?

Como braço sênior que o time interno aciona com segurança: interface direta com quem conduz, documentação em versão controlada, sessão de handoff com a equipe da empresa e plano pós-fechamento.

A banca soma capacidade técnica; não disputa território.

Como começamos

Quatro passos, sem surpresas.

O caminho da primeira conversa até a execução do trabalho — com escopo e prazo definidos antes de qualquer compromisso.

01

Conversa exploratória

30–45 min, conversa técnica por vídeo. Leitura da estrutura societária atual e das frentes de risco e oportunidade.

02

Diagnóstico

Análise documental, identificação de exposições e oportunidades, comparação com cenários recorrentes.

03

Plano de ação

Escopo escrito, ordem de prioridades, marcos de prazo e governança da operação — do diagnóstico ao pós-fechamento.

04

Execução

Condução sob coordenação técnica sênior, com acesso direto a quem conduz, relatórios periódicos legíveis para áreas não-jurídicas e reavaliação trimestral do escopo.

O que muda para uma PME

A empresa de médio porte costuma ficar entre duas alternativas que não a servem: o grande escritório, onde vira um número e o trabalho é repassado para júnior; e o profissional isolado, profundo em uma área e raso nas demais. A TR Advocacia ocupa o espaço entre os dois: nível técnico de banca grande, acesso direto a quem conduz e amplitude para cobrir o ciclo societário inteiro.

Conversar sobre a operação

Antes da peça, a leitura da operação.

Uma conversa por vídeo para entender o objetivo, as restrições e o prazo da decisão societária. Se houver matéria para um trabalho, apresentamos o escopo.