Cap table e acordo de sócios
Quadro societário improvisado, sem vesting, sem cláusula de saída (good/bad leaver), sem tag ou drag along — a falha que aparece justamente na hora da rodada ou da saída de um fundador.
Na startup, o que trava a próxima rodada raramente é o produto: é o cap table mal desenhado, o acordo de sócios que ninguém fez e o contrato de investimento assinado com pressa.
Você não precisa explicar o que é cap table, mútuo conversível, vesting ou diluição em uma rodada. Chegamos com o vocabulário de venture e os pontos de risco já mapeados.
Quadro societário improvisado, sem vesting, sem cláusula de saída (good/bad leaver), sem tag ou drag along — a falha que aparece justamente na hora da rodada ou da saída de um fundador.
Mútuo conversível, contrato de investimento e Marco Legal das Startups — instrumento escolhido sem entender diluição, conversão e os direitos do investidor vira conflito na próxima rodada.
Termos de uso, SLA, contratos com clientes enterprise, cessão de propriedade intelectual e tratamento de dados pessoais — o que sustenta o valuation e o que o derruba em uma due diligence.
Regime tributário que não acompanhou o porte, tributação de stock options, estrutura para investimento e expansão — a conta que cresce silenciosa enquanto a empresa escala.
Na startup, societário, contrato, tributário e contencioso andam juntos do MVP à rodada. As frentes abaixo são as que mais entram em campo.
Análises jurídicas de autoria do titular, com a leitura aplicada a startups e scale-ups.
As dúvidas que mais chegam de fundadores antes da primeira conversa — respondidas sem juridiquês.
A LC 182/2021 (Marco Legal das Startups) prevê que o aporte do investidor-anjo, feito por instrumento próprio, em regra não o torna sócio nem o sujeita às dívidas da empresa, inclusive em recuperação judicial, observados os requisitos legais. O enquadramento depende do instrumento utilizado e da estrutura do investimento.
Conteúdo informativo; não constitui consulta jurídica.
No mútuo conversível, o investidor empresta recursos com a opção de converter o crédito em participação em evento futuro (em regra, a próxima rodada), enquanto na entrada direta ele já integra o quadro societário desde o aporte. A escolha afeta diluição, governança, riscos e tributação, e depende da fase da empresa e dos termos negociados.
Conteúdo informativo; não constitui consulta jurídica.
O acordo de sócios pode disciplinar vesting, cláusulas de saída (good/bad leaver), tag along, drag along, lock-up e mecanismos de solução de impasse (deadlock), observados os limites legais e o contrato ou estatuto social. A redação exige análise do caso concreto e alinhamento entre os fundadores.
Conteúdo informativo; não constitui consulta jurídica.
O caminho da primeira conversa até a execução do trabalho — com escopo, prazo e governança definidos antes de qualquer compromisso.
Uma leitura do estágio — constituição, rodada, contrato relevante ou conflito societário — e do tema específico.
Análise do cap table, dos instrumentos de investimento e dos contratos, leitura aplicada às normas de startups e investimento.
Escopo escrito, ordem de prioridades, marcos de prazo e definição da governança do trabalho.
Coordenação sênior da banca, relatórios periódicos legíveis para quem não é da área e reavaliação trimestral do escopo.
Conte brevemente o estágio — constituição, rodada, contrato com cliente ou conflito societário. Numa conversa inicial, avaliamos se está dentro da nossa atuação e indicamos os próximos passos.