Contratos master com a montadora
LTAs com cláusulas de revisão atreladas a commodities defasadas, índices que não cobrem o real reajuste de custo, condições de takt e penalidades por linha parada — geralmente assinados sem revisão jurídica.
Quem trabalha com tier-1 e tier-2 sabe: o problema raramente é jurídico. É técnico — e chega ao jurídico já no claim ou na rescisão.
Você não precisa explicar como funciona um master agreement, um claim de tooling, ou por que a sua margem some quando a montadora exige open book. Chegamos com o vocabulário e os pontos de risco já mapeados.
LTAs com cláusulas de revisão atreladas a commodities defasadas, índices que não cobrem o real reajuste de custo, condições de takt e penalidades por linha parada — geralmente assinados sem revisão jurídica.
Falha de campo, recall do conjunto, responsabilidade recursiva entre fornecedores — definida por contrato e por engenharia, raramente por código. Sem entendimento técnico, o jurídico só formaliza o prejuízo.
Habilitação, contrapartidas em P&D, descumprimento de metas de eficiência energética, perda do benefício e autuação fiscal subsequente. Risco regulatório que se materializa como passivo tributário.
PJ de engenharia, projetistas autônomos, contrato com cooperativa, terceirização de calibração — todos sob risco aumentado pós Tema 725/STF, especialmente em plantas com presença sindical forte.
No setor automotivo, raramente uma demanda fica em uma única área. As frentes abaixo são as que combinamos com mais frequência em projetos do setor.
Em conformidade com o Provimento OAB 205/2021: sem nome de parte, sem número de processo, sem garantia de resultado, sem comparação.
O caminho da primeira conversa até a execução do trabalho — com escopo, prazo e honorários definidos antes de qualquer compromisso.
30–45 min, sem custo. Leitura do cenário do setor — montadora ou sistemista, planta, frente em discussão.
Análise contratual e operacional, comparação com cases já conduzidos no setor e mapeamento de exposições técnicas.
Escopo escrito, ordem de prioridades, marcos de prazo, modelo de honorários e expectativa real de resultado.
Condução pessoal do titular, relatórios periódicos legíveis para áreas não-jurídicas e reavaliação trimestral do escopo.
Compartilhe brevemente o cenário — montadora ou sistemista, planta, frente em discussão. Em 15 minutos comparamos com cases já conduzidos e indicamos o caminho mais curto.